Guia prático

Como escrever prompts jurídicos com o Método CLARO

Estruture prompts jurídicos com contexto, limites, ação, resposta e origem/verificação.

Como usar este guia: conteúdo educacional. Adapte ao contexto do escritório e verifique normas, políticas de fornecedores e fontes oficiais vigentes antes de decisões profissionais.

Por que prompts genéricos falham

Pedidos como “analise este processo” ou “faça uma contestação” deixam decisões demais para o modelo. A resposta tende a misturar resumo, inferência, estratégia e redação sem indicar de onde veio cada elemento.

C — Contexto

Explique o papel da IA, a situação, o objetivo e o material disponível. Exemplo: “Você atuará como assistente de organização interna. Vou fornecer inicial, contestação e documentos do processo.”

L — Limites

Diga o que não pode ocorrer: não inventar fatos, não completar datas, não criar jurisprudência, não concluir o que depende de prova e não tratar hipótese como fato.

A — Ação

Transforme a tarefa em verbo específico: extrair, comparar, organizar, classificar, identificar, revisar, questionar. Quanto mais verificável a ação, melhor.

R — Resposta

Defina o formato: tabela, linha do tempo, checklist, tópicos, matriz de riscos. Um formato bom reduz respostas vagas.

O — Origem e verificação

Exija indicação da origem no documento, marcação de inferências e uma lista do que precisa ser conferido em fonte oficial. Essa etapa é decisiva para uso jurídico responsável.

Quando usar a versão avançada

Use prompts avançados quando houver maior volume documental, múltiplas versões, conflito entre fontes ou impacto jurídico elevado. Para tarefas simples, a versão Essencial costuma ser suficiente.